Se liga!
O Grupo Curumim está com seleção aberta da ação educativa dirigida a meninas adolescentes da região metropolitana do Recife até 15/09.
Tu vai perder é? Chega junto!

Vai rolar de rodas de diálogo, oficinas, vivências, participação em eventos, além de aulas de percussão e artes.
Para mais informações, acessa nosso site www.grupocurumim.org.br

Vamos juntas! #Portodasasmulheresportodososdireitos!
Grupo Curumim 30 anos.

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O Grupo Curumim está com seleção aberta da ação educativa dirigida a meninas adolescentes da região metropolitana do Recife. Vai rolar de rodas de diálogo, oficinas, vivências, participação em eventos, além de aulas de percussão e artes.
Tu vai perder é? Chega junto.
Para mais informações, acessa nosso site www.grupocurumim.org (Selecao das Meninas), entra em contato pelos e-mails: sulavalongueiro@grupogrurumim.org.br, elisaanibal@grupocurumim.org.br, danielebraz@grupocurumim.org.br, ou manda mensagem no direct aqui do ig. Vamos juntas!
Por todas as mulheres, por todos os direitos!
Grupo Curumim 30 anos.

 

O Grupo Curumim, organização não governamental feminista, participa nesta sexta-feira, 29/04, de Hangout promovido pela Organização das Nações Unidas – ONU, que vai discutir “Epidemia de zika e direitos humanos”.A roda de conversa online acontece dentro da programação da 3ª Conferência Nacional de Políticas Públicas de Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, e da 12ª Conferência Nacional de Direitos Humanos, realizadas entre os dias 24 e 29 de abril, em Brasília.

A ONU no Brasil, por meio de suas campanhas Zero Discriminação e Livres & Iguais, pretende marcar suas posição e presença nesta semana.O Grupo Curumim participará do Hangout “Epidemia de Zika e Direitos Humanos – II”, juntamente com o Coletivo Mangueiras, com mediação de Mariana Tavares, do Fundo de População das Nações Unidas. O debate será realizado na sexta-feira (29), das 10h às 10h30.

A discussão será transmitida ao vivo e abertamente na internet, o que deverá possibilitar uma interação em tempo real entre os convidados e o público.Será uma oportunidade para o Grupo Curumim divulgar a campanha “Em tempos de zika, proteção e cuidado começam por informar a mulher sobre seus direitos reprodutivos”. A coordenadora da ONG, Paula Viana, participará do Hangout e falará sobre os objetivos e expectativas da campanha sobre zika e direitos reprodutivos.“Participar dessa roda de conversa da ONU será bastante pertinente para nós divulgarmos mais ainda nossa campanha em âmbito nacional.

Os direitos reprodutivos das mulheres precisam entrar no foco dos debates sobre o vírus zika e nós do Grupo Curumim, estamos fazendo nossa parte de ampliar as discussões e levar a informação para as mulheres”, frisou a coordenadora do Grupo Curumim, Paula Viana.

LINK:https://www.youtube.com/watch?v=-GfnBvsYiW0

‪#‎direitosreprodutivos‬ ‪#‎mulher‬ ‪#‎zika‬ ‪#‎grupocurumim‬

Fonte: Assessoria de Comunicação

Ações acontecem de segunda (02) a quarta (04) e vão beneficiar adolescentes e jovens da rede municipal de ensino do município

O Grupo Curumim, organização não governamental feminista, se une a outra parceira, o Coletivo Mangueiras, para mais uma ação em escolas do município de Goiana. De segunda (02) à quarta-feira (04), integrantes das ONGs juntamente com a pedagoga e também apoiadora das ações Jaqueline Santana, da Secretaria de Educação do município, irão visitar três escolas da região, onde serão ministrados cursos sobre Direitos e Saúde, com duração de 8h cada.

Ao todo, cerca de 75 alunos das escolas Adélia Carneiro, Manoel Borba e Lourenço Gadelha devem participar das oficinas.

SERVIÇO: Oficinas de Direitos e Saúde em Goiana

Data: segunda (02) a quarta-feira (04)

Onde: Escolas do município de Goiana (centro, zona rural e distrito de Flexeiras)

Horário: manhã e tarde

Público: jovens e adolescentes da rede municipal de educação de Goiana

Fonte: Assessoria de Comunicação

ONG comemora a reabertura do processo de Reconhecimento dos Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais como Patrimônio Cultural do Brasil e apoia exposição realizada pelo Instituto Nômades em Goiana, na Zona da Mata Norte

O Grupo Curumim, organização não governamental feminista, e o Instituto Nômades, comemoram a reabertura do processo de Reconhecimento dos Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Este processo foi iniciado em 2011 pelas ONGs, juntamente com a Associação das Parteiras Tradicionais e Hospitalares de Jaboatão dos Guararapes e Associação das Parteiras Tradicionais de Caruaru e, na época teve parecer desfavorável da Câmara Setorial do Patrimônio Imaterial que entendeu que o pedido não era pertinente, mesmo com parecer favorável da Superintendência do Iphan em Pernambuco.

Em abril, depois de cinco anos, a pauta foi retomada e analisada a pedido da deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP), na 29ª Reunião da Câmara Setorial do Patrimônio Imaterial, com a presença do Ministro da Cultura, Juca Ferreira, técnicos do Iphan e o senador João Capiberibe (PSB/AP), e foi considerada pertinente.

Nesta quinta-feira (05), Dia Internacional da Parteira, como parte das comemorações, será levada à Goiana a Exposição Itinerante “Parteiras – Um Mundo pelas Mãos”, realizada pelo Instituto Nômades com apoio do Grupo Curumim e do Grupo de Pesquisa Narrativas do Nascer – DAM/UFPE, com fotografias de Eduardo Queiroga. A exposição estará na Praça do Carmo, em Goiana, na Zona da Mata Norte do Estado, a partir da quinta-feira (05), às 17h, e segue até a quarta-feira (11), aberta ao público e gratuita.

SERVIÇO: Exposição Itinerante “Parteiras – Um Mundo pelas Mãos”

Onde: Praça do Carmo, Goiana

Quando: Quinta-feira (05) a quarta-feira (11), inclusive no final de semana

Hora: 17h

Link: http://www.institutonomades.org.br/parteiras

A exposição é gratuita aberta ao público

Fonte: Assessoria de Comunicação

Exposição fotográfica celebra o ofício de parteira tradicional como Patrimônio Cultural do Brasil

Além de coincidir com o dia mundialmente dedicado ao ofício, a exposição também acontece na mesma época da abertura do Processo de Registro dos Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais como Patrimônio Cultural do Brasil, já que no dia 13 deste mês a solicitação, aberta ainda em 2011 pelo Instituto Nômades, juntamente com o Grupo Curumim, Associação de Parteiras Tradicionais de Caruaru e Associação de Parteiras Tradicionais e Hospitalares de Jaboatão dos Guararapes, foi reavaliada e julgada pertinente pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). De acordo com Júlia Morim, colaborada do Instituto Nômades, a ideia de abrir o processo de Registro dos Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais enquanto patrimônio imaterial brasileiro surgiu após a realização dos inventários “Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais e Indígenas de Pernambuco” (www.institutonomades.org.br/parteiras), projeto executado pelo Instituto Nômades e iniciado ainda em 2008.

“Parteiras – Um Mundo Pelas Mãos”, aliás, também é um dos desdobramentos gerados pelos inventários. Acontece que durante os anos de pesquisa, milhares de imagens – belíssimas – foram capturadas por Eduardo Queiroga. Assim, a exposição itinerante surgiu como uma tentativa de “devolver” os registros aos seus portadores e ao público em geral, retornando às localidades onde o inventário aconteceu.

Mostrando cuidado e carinho com o universo das parteiras ao evocar elementos tão presentes no cotidiano dessas mulheres, também conhecidas popularmente como mães de umbigo, comadres, madrinhas e cachimbeiras, a exposição apresenta fotos impressas em tecido no formato 100 x 150 cm expostas em um grande varal, sempre montado em um lugar de referência para as parteiras. “O conceito da exposição passa por algo muito presente no cotidiano do ofício: o pano. Ele, que costuma estar nos varais, nos quartos, faz, muitas vezes, papel de porta ou de divisórias nas casas, também acolhe o recém-nascido e abriga as mães”, explica o fotógrafo Eduardo Queiroga.

Além de promover a exposição, que conta com o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura/Funcultura, o projeto pretende possibilitar a multiplicação e a continuidade por meio um de acervo que é doado para cada um dos municípios visitados, composto pelas fotos expostas impressas em papel fotográfico com suporte em PVC. A ideia é que o trabalho siga uma itinerância própria, multiplicando o alcance e a disseminação da documentação em escolas, bibliotecas e outros espaços culturais. A exposição ainda prevê a promoção de uma oficina de troca de saberes com a participação de parteiras tradicionais, estudantes e profissionais das áreas de saúde, educação e cultura, proporcionando o diálogo entre os saberes tradicionais e os técnico-científicos. “A ideia é tornar mais ativa a participação das parteiras tanto na montagem e envolvimento com as exposições, como também por meio de oficinas de trocas de saberes, fomentando o empoderamento e o reconhecimento das parteiras como representantes de um importante bem do nosso patrimônio imaterial”, explica Dan Gayoso, coordenadora do Instituto Nômades.

Vale ressaltar que a exposição faz parte do processo de documentação, promoção, valorização e salvaguarda do ofício de parteira tradicional. E há outros projetos em andamento, como o “Mães de Umbigo”, que publicará a biografia de três parteiras pernambucanas, e o documentário “Simbiose”, assinado por Júlia Morim. O documentário discutirá saberes do ofício a partir da experiência de Dona Prazeres, parteira de Jaboatão dos Guararapes. Todas essas ações fazem parte do Museu da Parteira (www.facebook.com/MuseudaParteira), um museu em processo.

Ofício como Patrimônio Cultural do Brasil – Em 2011, quando houve o primeiro pedido do registro do ofício como parte integrante da cultura brasileira, o projeto recebeu parecer favorável da Superintendência do Iphan em Pernambuco, mas a Câmara Setorial do Patrimônio Imaterial entendeu que o pedido não era pertinente.

Após cinco anos, a solicitação voltou à pauta e foi novamente analisada a pedido da Deputada Federal Janete Capiberibe (PSB/AP). Este mês, no dia 13, após reavaliações e debates, o pedido foi aprovado. “Agora será instaurada a instrução técnica para dar seguimento ao reconhecimento dos saberes e fazeres das parteiras, detentoras de conhecimentos, repassados de geração para geração, sobre corpo, gestação, parto, puerpério e outras ciências”, explica Júlia Morim.

Para saber mais sobre o processo, acesse: http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/3544/minc-e-iphan-se-reunem-para-debater-o-patrimonio-imaterial-brasileiro

No Dia Internacional da Parteira, comemorado no dia 5 de maio, a exposição fotográfica itinerante “Parteiras – Um Mundo Pelas Mãos”, promovida pelo Instituto Nômades, inicia, a partir das 17h, a última temporada dessa fase do projeto montando um grande varal com imagens que retratam o ofício das parteiras tradicionais na Praça do Carmo (Frei Caneca), em Goiana, município localizado na Zona da Mata pernambucana, a 62 km de distância do Recife.

As fotos, realizadas pelo fotógrafo Eduardo Queiroga, ficarão em exibição por sete dias, recebendo visitantes até 11 de maio, sempre das 9h às 17h. Além de coincidir com o dia mundialmente dedicado ao ofício, a exposição também acontece na mesma época da abertura do Processo de Registro dos Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais como Patrimônio Cultural do Brasil, já que no dia 13 deste mês a solicitação, aberta ainda em 2011 pelo Instituto Nômades, juntamente com o Grupo Curumim, Associação de Parteiras Tradicionais de Caruaru e Associação de Parteiras Tradicionais e Hospitalares de Jaboatão dos Guararapes, foi reavaliada e julgada pertinente pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

De acordo com Júlia Morim, colaborada do Instituto Nômades, a ideia de abrir o processo de Registro dos Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais enquanto patrimônio imaterial brasileiro surgiu após a realização dos inventários “Saberes e Práticas das Parteiras Tradicionais e Indígenas de Pernambuco” (www.institutonomades.org.br/parteiras), projeto executado pelo Instituto Nômades e iniciado ainda em 2008.

“Parteiras – Um Mundo Pelas Mãos”, aliás, também é um dos desdobramentos gerados pelos inventários. Acontece que durante os anos de pesquisa, milhares de imagens – belíssimas – foram capturadas por Eduardo Queiroga. Assim, a exposição itinerante surgiu como uma tentativa de “devolver” os registros aos seus portadores e ao público em geral, retornando às localidades onde o inventário aconteceu.

Mostrando cuidado e carinho com o universo das parteiras ao evocar elementos tão presentes no cotidiano dessas mulheres, também conhecidas popularmente como mães de umbigo, comadres, madrinhas e cachimbeiras, a exposição apresenta fotos impressas em tecido no formato 100 x 150 cm expostas em um grande varal, sempre montado em um lugar de referência para as parteiras. “O conceito da exposição passa por algo muito presente no cotidiano do ofício: o pano. Ele, que costuma estar nos varais, nos quartos, faz, muitas vezes, papel de porta ou de divisórias nas casas, também acolhe o recém-nascido e abriga as mães”, explica o fotógrafo Eduardo Queiroga.

Além de promover a exposição, que conta com o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura/Funcultura, o projeto pretende possibilitar a multiplicação e a continuidade por meio um de acervo que é doado para cada um dos municípios visitados, composto pelas fotos expostas impressas em papel fotográfico com suporte em PVC. A ideia é que o trabalho siga uma itinerância própria, multiplicando o alcance e a disseminação da documentação em escolas, bibliotecas e outros espaços culturais. A exposição ainda prevê a promoção de uma oficina de troca de saberes com a participação de parteiras tradicionais, estudantes e profissionais das áreas de saúde, educação e cultura, proporcionando o diálogo entre os saberes tradicionais e os técnico-científicos.

“A ideia é tornar mais ativa a participação das parteiras tanto na montagem e envolvimento com as exposições, como também por meio de oficinas de trocas de saberes, fomentando o empoderamento e o reconhecimento das parteiras como representantes de um importante bem do nosso patrimônio imaterial”, explica Dan Gayoso, coordenadora do Instituto Nômades.

Vale ressaltar que a exposição faz parte do processo de documentação, promoção, valorização e salvaguarda do ofício de parteira tradicional. E há outros projetos em andamento, como o “Mães de Umbigo”, que publicará a biografia de três parteiras pernambucanas, e o documentário “Simbiose”, assinado por Júlia Morim. O documentário discutirá saberes do ofício a partir da experiência de Dona Prazeres, parteira de Jaboatão dos Guararapes. Todas essas ações fazem parte do Museu da Parteira (www.facebook.com/MuseudaParteira), um museu em processo.

Ofício como Patrimônio Cultural do Brasil – Em 2011, quando houve o primeiro pedido do registro do ofício como parte integrante da cultura brasileira, o projeto recebeu parecer favorável da Superintendência do Iphan em Pernambuco, mas a Câmara Setorial do Patrimônio Imaterial entendeu que o pedido não era pertinente.

Após cinco anos, a solicitação voltou à pauta e foi novamente analisada a pedido da Deputada Federal Janete Capiberibe (PSB/AP). Este mês, no dia 13, após reavaliações e debates, o pedido foi aprovado. “Agora será instaurada a instrução técnica para dar seguimento ao reconhecimento dos saberes e fazeres das parteiras, detentoras de conhecimentos, repassados de geração para geração, sobre corpo, gestação, parto, puerpério e outras ciências”, explica Júlia Morim. Para saber mais sobre o processo, acesse: http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/3544/minc-e-iphan-se-reunem-para-debater-o-patrimonio-imaterial-brasileiro

Fonte: Instituto Nômades

O direito de interromper a gravidez está no Código Penal, para os casos de estupro e risco de vida da gestante, desde 1940. Em 2012, juntou-se a esses permissivos a interrupção voluntária da gravidez de fetos anencefálicos (sem cérebro). No entanto, dados de pesquisas e relatórios nacionais, sugerem que muitas mulheres agredidas terminam recorrendo ao aborto clandestino e inseguro.
O CFEMEA e o Observatório da Sexualidade e Política realizaram uma série de pequenos vídeos com especialistas onde essas barreiras foram debatidas. A partir de hoje, você pode acompanhar a série de vídeos aqui também. Paula Viana, do Grupo Curumim, fala neste primeiro vídeo sobre a importância da descriminalização do aborto como um processo de justiça para as mulheres.

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